Posted by on jul 25, 2013 in CURIOSIDADES | Comentários desativados

Javier Corvalan, em seu Laboratorio de Arquitectura…

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Laboratorio de Arquitectura . Mariano Roque Alonso, Paraguai . 2011/2012
Projetada para um casal que habitará a casa duas vezes por ano e de orçamento restrito, residência ganha segurança e um controle de luz solar e de temperatura não com a instalação de varandas, pátios ou caixilhos; mas pelo simples movimento de rotação

Quando o arquiteto recebeu a demanda do cliente, havia um limitador claro: o preço da casa não podia passar de 20 mil euros, o equivalente a aproximadamente 55 mil reais. A casa, de 85 m², foi construída com materiais como chapa de aço corrugado, madeira compensada e pedras encontradas em uma cantaria próxima da obra. ‘Esse projeto é uma antítese de muitas definições conhecidas de arquitetura, já que a ideia se produz pela ausência de luz’, diz Javier Corvalan, contrapondo o que normalmente se espera de uma boa arquitetura: que busque a luz natural.

Localizada a 15 km de Assunção, no Paraguai, em uma região de mata quente e úmida, a casa foi projetada para um casal que passa longos períodos viajando, ficando exposta e vulnerável na maior parte do tempo. ‘Devia ser uma casa para ser habitada somente dois meses ao ano. Então, não teria nenhum tipo de cuidado nem manutenção. A segurança era fundamental’, explica Javier. E o fato de ter seu volume principal hermeticamente fechado facilita, e simplifica, os cuidados.

Fonte: Revista aU

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